Shiba

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Shiba Inu é uma raça rara de cães, mas muito popular em seu país de origem: o Japão. É um cão lindo, né?

O Shiba é um ancestral do Akita e por isto é muito semelhantes. Mas o Shiba é menor, chegando a cerca de 40 cm de altura. Seu nome vem do dialeto da região de Nagano, que significa “pequeno cão”.

É um ótimo cão de companhia. Independente e bom caçador de pequenos animais, é o cão símbolo da Família Imperial Japonesa. Segundo os orientais, a raça traz sorte para o seu dono. Ele tem muita energia, gosta de brincadeiras e aventuras. Se você tem um Shiba, leve-o sempre que possível para passear e gastar energia ao ar livre.

Seu pelo longo exige cuidados com a higiene. Para isso, conte sempre com a equipe do Centro Veterinário Barão do Amazonas.



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CUIDADO COM AS PATINHAS

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Pata de cachorro também queima na calçada quente. Leve seu cão para passear somente nos horários em que o sol não está tão forte e as calçadas e asfalto não estão queimando.

Faça o teste antes de passear encostando seu pé ou mão na calçada por alguns minutos. Se ela está quente a ponto de queimar seus pés, ela também queimará a patinha do seu melhor amigo.

Prefira sempre os horários do início da manhã ou do final da tarde e ande sempre pela sombra.



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Pinscher

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Um cão de muita energia e que adora brincadeiras, o Pinscher é muito curioso, corajoso e muitas vezes imprudente. De origem alemã, ele parece uma versão miniatura do Doberman, mas na verdade ele é uma raça mais antiga de terriers. Sempre atento e esperto, é um ótimo cão de guarda não pelo seu tamanho, mas pelo barulho que faz ao perceber a aproximação de um estranho.

É extremamente territorialista e defende seus donos com muita valentia, sem se importar com o próprio tamanho. Por esta caracterísitca, deve ser muito bem educado para que não fique neurótico e não exagere na proteção de seu dono e sua casa, podendo arrumar briga com as visitas ou vizinhos. Nunca atice seu pinscher para atacar, mesmo que quando filhote isso possa parecer engraçado, pois na idade adulta ele levará isso como um ensinamento. Opte por brincadeiras mais saudáveis e que gastem bastante energia para evitar o excesso de agressividade.

Tenha cuidado também com o local onde ele fica. Seu tamanho facilita as fugas para explorar o território. Lembre-se que ele é muito curioso e pode se aventurar nas pequenas escapadas e com isso não conseguir voltar para casa.

Sua saúde exige certos cuidados. A dentição dupla e os problemas de articulação são comuns, mas isso não reduz a alegria e vivacidade que ele pode trazer para um lar. Mantenha as vacinas e consultas sempre em dia e sua família será muito feliz com este mini cão de guarda.



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Chow-Chow

Chow-chow

O Chow-Chow (pronuncia-se ”chau chau”) é uma raça considerada chinesa, embora alguns indícios digam que surgiram na Mongólia ou na Sibéria antes de serem levados para a China. São lindos, tem um jeitão fofo, com pelos longos que lembram a juba de um leão, mas sua característica mais conhecida é o fato de que eles têm a língua azul.

Na China estes cães são chamados de Songshi Quan, o que significa “cão-leão-empolado”. Era uma das raças preferidas dos antigos imperadores daquele país. Já foram usados como cão de rinha, cão de guarda, cão de caça e até mesmo para puxar trenós.

Eles são muito territorialistas e por isso muito usados como cães de guarda. Possuem temperamento forte e são independentes, o que os torna indicados para quem não fica muito tempo em casa. Eles sabem ‘se virar’ sozinhos. São companheiros, leais e silenciosos. Apesar de seu porte médio, pode até mesmo ser criado em apartamento por ser silencioso e não precisar de grandes espaços.

A raça não está entre as mais inteligentes, mas conseguem aprender os truques básicos e as lições de comportamento se adestrados desde pequenos. Assim como a maioria das raças, precisa de exercícios diários, mas sem excesso. E aí entra a maior curiosidade: quando está cansado, sua língua azul vai ficando de uma cor mais clara. Sinal de que ele precisa descansar.

A expectativa deles é de 12 a 15 anos. Os cuidados com os olhos e com os pelos devem ser frequentes. Eles tendem a sofrer com o calor por causa de seus longos pelos e por isso a escovação e a tosa devem ser periódicas. Conte sempre com a nossa ajuda para cuidar de seu “cão-leão”.



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Labrador

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Labrador é a raça de cachorro mais popular da América desde os anos 90 até hoje. Também pudera: são cães dóceis, inteligentes e lindos.

A raça foi criada para ajudar no campo e, principalmente, na caça e pesca. Isso mesmo: são excelentes nadadores e sua pelagem o protege da água fria, o que fez com que fosse muito utilizado para buscar a caça em áreas frias e alagadas a alguns séculos atrás. Hoje em dia são considerados ótimos cães de companhia pela sua personalidade alegre e brincalhona. Eles fazem amizade com facilidade, tanto com outros animais quanto com crianças. São muito carinhosos, pacientes e tem muita vontade de agradar, além de ser facilmente adestráveis.

O labrador suporta facilmente as temperaturas altas e baixas e adora a água. Prepare-se para dividir a piscina com ele no verão, mas também tome muito cuidado para que ele não fique sozinho nela, pois pode não conseguir sair sozinho.

O labrador também é muito comilão, o que lhe dá tendência a engordar. Controle as porções de comida conforme a recomendação do veterinário.

Mas mantenha-o em atividade. O labrador precisa de exercícios e de distração. Se você não tem tempo para passear e brincar de bola com seu cachorro, nem pense em ter um labrador. Um labrador entediado pode destruir tudo a sua volta. Mas se você tem bastante espaço e quer um companheiro incansável para passeios e brincadeiras, esta é a raça certa.

Embora não seja comprovado cientificamente, alguns indícios mostram que os labradores da cor amarela apresentam uma personalidade mais agitada. Isso se deve, principalmente, por conta das cruzas que originam esta cor. Quer uma dica? Leia o livro “Marley e eu” ou veja o filme com o mesmo nome. A história é baseada em fatos reais em que Marley é um labrador amarelo, inquieto e muito “bagunceiro”, mas que faz parte da vida de uma família e muda a vida de seus donos.



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Cão sozinho em casa

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Quem tem cachorro em casa e trabalha fora, deixando o amigo sozinho o dia inteiro, sabe que a situação é complicada. Geralmente o dono fica com o “coração partido” por deixar o cão sozinho por um longo período, o cão percebe este sentimento e fica confuso com relação ao que está acontecendo. Por isso acaba desenvolvendo um comportamento destrutivo, hiperatividade, latidos e uivos, falta de apetite e em alguns casos até a automutilação.

Mas o mais importante é saber que o determinante para este comportamento é gerado principalmente pela relação entre o dono e o cão e a forma como o dono age. Fazer muita “festa” para o cão no momento da despedida e no momento do retorno, por exemplo, torna o animal mais ansioso e reforça este tipo de comportamento porque ele não vê a separação diária como algo normal.

Por isso separamos algumas dicas para educar seu cãozinho e tornar esta rotina de separação diária mais tranquila para o animal e também para o seu dono:

– Nunca se despeça do animal com abraços e beijos, falando em tom de voz diferente ou mesmo dando “tchau”, pois isso mostra a ele que algo doloroso está prestes a acontecer. Na hora de sair, simplesmente saia sem olhar para trás. A situação deve parecer muito normal. No início você pode dar pequenas saídas de 10 minutos ou meia hora para acostumá-lo, mas o importante é que as saídas para o trabalho não sejam antecedidas por excesso de carinho ou despedidas.

– Na volta, contenha-se. Sabemos que é difícil, mas se você fizer carinho em seu cão sempre que abrir a porta, ele vai se acostumar com isto e ficar sempre ansioso pela sua chegada. Para educá-lo, espere um tempo. Vá trocar a roupa, fazer seu lanche, e só depois mate a saudade do seu amigo.

– Deixe uma peça de roupa sua à disposição. O cão sentirá o seu cheiro e ficará mais tranquilo e menos sozinho.

– Deixe brinquedos escondidos em locais estratégicos em que o cão vá encontrando-os ao longo do dia. Isso vai ajudá-lo a passar o tempo.

– Elimine os “perigos” da casa retirando do alcance do cão os brinquedos que possam soltar partes ou machucá-lo. Também elimine os fios dos eletrônicos do seu alcance para evitar o perigo de choque caso ele venha a mastigá-los. Delimite o espaço em que ele pode circular e feche a porta dos ambientes “proibidos”.

Também é importante incluir exercícios físicos na rotina do animal. Além de benéficos a saúde, os exercícios ajudarão a reduzir a ansiedade. Outro ponto importante é ter a consciência de que ignorar o cão algumas vezes é importante para a ‘educação’ dele. Ele não vai passar a gostar menos de você por isso, mas vai reduzir sua dependência e vai entender que existem limites.



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Yorkshire

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Yorkshire Terrier, também chamada york e yorkie, é uma raça de pequeno porte originária da Inglaterra. De pelagem macia, lisa e comprida, é uma ótima raça para companhia. Apesar da personalidade forte, são cães carinhosos, afetuosos, independentes e inteligentes, o que faz do Yorkshire o cão miniatura mais popular de todos. Adora uma brincadeira e alguns deles tendem a latir muito, mas são facilmente educáveis.

Os pelos do Yorkshire são como os cabelos humanos, que crescem continuamente, o que exige cuidados diários e escovação. Seu olfato e audição são muito apurados, mas a curiosidade fica por conta da visão: ele possui uma boa visão noturna e distingue apenas o amarelo e o azul além do preto e branco.

Outra curiosidade sobre a raça é que eles adoram nadar. Podem ficar receosos na primeira vez que enxergam a água, mas logo se acostumam e passam a adorar. Não o force a entrar na água para evitar traumas, mas se ele ver outro cão ou até mesmo o dono dentro de uma piscina, vai logo querer ir atrás. O importante é sempre ter a supervisão do dono, pois ele pode não saber como sair da piscina quando cansar.

Sua vida é longa, devendo durar entre 12 e 15 anos. Porém, com a idade, vem as doenças, dores e alterações comportamentais. O York pode sofrer com a depressão, a perda de tonicidade cardíaca e da flexibilidade articular. Fique atento aos sintomas e traga seu companheiro para revisões periódicas no Centro Veterinário Barão do Amazonas.



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Buldogue Inglês

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De personalidade brincalhona e afetuosa, apesar da ‘cara de mau’, o Buldogue Inglês é um cão sociável e companheiro. É uma ótima companhia, apesar de um pouco teimoso, o que dificulta o adestramento. Tem tendência a ser um cachorro preguiçoso, mas para manter sua saúde é importante que o dono passeie com ele pelo menos duas vezes por dia. Este hábito mantém o Buldogue forte e ajuda a evitar os problemas respiratórios, muito comuns nesta raça. O tipo físico do Buldogue Inglês também favorece os problemas de articulações, ossos e pele, o que demanda cuidados específicos. E para estes cuidados, você pode sempre contar com o Centro Veterinário Barão do Amazonas.



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Verão

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Na estação mais quente do ano, existem alguns cuidados específicos para a saúde e bem estar do seu pet:
– Não exponha seu animal ao sol ou em lugares sem ventilação por muito tempo.
– Mantenha-o em local umidificado. Use toalhas molhadas, bacias com água ou umidificadores, principalmente nas patas e no dorso do seu bichinho.
– Troque a água do bebedouro várias vezes ao dia ou coloque umas pedras de gelo no bebedouro, para manter a água fresca por mais tempo. Deixe o potinho sempre à sombra.
– Passeie nas horas mais frescas do dia.
– Aplique filtro solar nas regiões com pouco pêlo, como ponta de orelhas e focinho.
– Nunca deixe seu pet fechado no carro.
– Aumente a frequência dos banhos.
– Providencie para que os pêlos do seu pet fiquem mais curtos com uma boa tosa.



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Harmonia entre cães e gatos

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É possível a convivência pacífica entre cães e gatos em um mesmo ambiente?
Sim! Os nossos melhores amigos também podem ser amigos uns dos outros!
Mas para que eles possam se dar bem e conviver em harmonia, existem alguns cuidados a serem tomados:

1. Tenha (muita) paciência:
O processo de adaptação é muito importante e requer um certo tempo. Vigie sempre seu cão e gato quando estiverem juntos, para acompanhar como reagem um ao outro.

2. O espaço:
Quanto maior o espaço, maior será a probabilidade dos novos amigos se sentirem à vontade, interagirem e brincarem um com o outro. É igualmente importante haverem espaços isolados para que possam ter seu próprio cantinho.

3. A atenção:
Não apenas no início, mas a todo o momento, a atenção com os cães e gatos deve ser frequente e igualmente dividida.

4. A idade ideal:
Quanto mais cedo iniciarem a convivência, mais fácil será a adaptação um com o outro. O ideal é até 1 ano para cachorros e até seis meses para gatos.

5. Deixe que se conheçam:
Já no começo o cão e o gato vão sentir necessidade de se conhecer, de se cheirar e de brincar. Se eles manifestarem essa vontade, deixe que se aproximem aos poucos até que passem a ser amigos e compartilhem o mesmo espaço, as mesmas coisas e os mesmos momentos, tornando seu lar ainda mais completo e feliz.



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